Lucas correndo_rampa

Vivências multissensoriais e sociabilidade no Mercado São Sebastião

Re-conhecendo Fortaleza 2017
# 1 : Mercado São Sebastião

Chegamos ao Mercado São Sebastião às 8h10min, o que significa sol já alto para os trabalhadores do local. A rotina por lá começa cedinho. O Mercado abre para o público às 5 horas, mas bem antes disso chegam os permissionários para preparar tudo. Fomos de carro, estacionamos no Mercado mesmo, no subsolo, porque no pátio de estacionamento no térreo, as vagas, àquela hora, já estavam esgotadas. O valor do estacionamento é R$ 4 a hora.

A primeira atração para os meninos (na verdade, acho que foi mais para mim) foi o Jardim Beto e Lina, que fica do lado direito do estacionamento, ainda no subsolo. No local, vendem mudas de várias plantas ornamentais, medicinais, hortaliças, flores. Seguindo pelo jardim, dá para ter acesso a uma das duas rampas panorâmicas que nos conduzem à praça central do Mercado.

Naquele domingo, Dia dos Pais, havia sanfoneiros na passarela que liga os setores A e C Superiores. A banda Risos da Noite prestigiava os homenageados. Chegamos ao som inspirador de A Vida do Viajante, de Luiz Gonzaga. “Minha vida é andar por esse país...”. Uma trilha boa demais para começar nossa jornada no Re-conhecendo Fortaleza!

Como os meninos acordam muito cedo aqui em casa, resolvemos tomar o café da manhã antes de sair, deixando as delícias do Mercado para o lanche das 9 horas. Mas é possível começar o passeio com a criançada, com um cafezinho bem regional, no local. Na praça central, há duas barracas que vendem café, leite, suco, bolo, pão, água de coco, diversos tipos de salgados, tapioca, cuscuz, desde as 5 horas: Tapioca & Cia e Tapiocas & Panquecas. A Média de preço é suco a R$ 2 e salgado a R$ 3.

De acordo com a dona Maria de Jesus, 42, que é dona do quiosque Tapiocas & Panquecas, há 8 anos, a rotina começa às 4 horas! “Gosto daqui, só acho caro o aluguel que eles aumentaram muito do ano passado para cá, e a quentura quando fica mais tarde porque não nos dão uma estrutura melhor de funcionamento. Fora isso, é bom. Comecei a vender lanche aqui e não me interesso em ir pra outro lugar não, daqui vou pra cova”, arrebata dona Maria.

Dona Maria de Jesus vende lanche no Mercado há oito anos

Ainda na praça, levados pelo ventinho bom e o forró pé de serra ao fundo, os meninos correram, brincaram, interagiram com outras crianças, como a pequena Sofia, de 1 anos e 5 meses. Ela passeava com o avô Manuel Iran Braga, 65. Ele mora pertinho do espaço e diz que é frequentador assíduo "faz tempo". “Há uma felicidade em comprar aqui, é outro clima, local aberto, diferente de supermercado, funciona de domingo a domingo, com muita variedade e qualidade de produtos. E a Sofia adora! Sempre trago. Ela é minha alegria”, explica o avô dedicado.

Além das duas barracas de lanches, na praça, há também farmácia, casa lotérica (que funciona durante a semana, no horário comercial), além de diversas lojas de bomboniere e ferragens. Chamou atenção dos meninos um pequeno oratório dedicado ao padroeiro do Mercado com nome do santo agraciado.

Em frente à praça, para o lado da avenida Bezerra de Menezes, existe outra rampa que nos conduz ao andar de cima. A subida e a descida em cada rampa é sempre numa carreira e brincadeiras sem fins às crianças!


Os corredores de lojas, nos pisos superiores, pela quantidade de produtos de couro, cerâmica, madeira, estopa, alumínio, plástico nos tomaram bons minutos de entusiasmo e bate-papo. É uma radiografia dos nossos usos e costumes mais tradicionais, como a rede, as bacias e outros utensílios de alumínio, as cabaças, os potes de barro, as comidas, até mesmo, as confecções. A vendedora Cristiane da Costa Madureira, 29, foi a que primeiro nos acolheu e ajudou as crianças a verem “coisas diferentes” nas lojas. Ela trabalha há oito anos para a permissionária Taís Rabelo Freire de Oliveira, 37.

Enquanto Gabriel e Lucas cobriam e descobriam a loja da Taís, pudemos conversar um pouco. Taís e o irmão, Marcos Paulo Rabelo Freire, 41, são filhos de comerciantes do Mercado. Os pais trabalham lá há 35 anos. Taís está na lida há 16 anos, como permissionária de quatro boxes, mas “praticamente, nasci aqui”. Segundo ela, que paga R$ 120 por cada box, as lembranças foram construídas desde o Mercado antigo, onde “tudo era mais tumultuado, apertado, misturado”. Ela nos contou sobre as mudanças ao longo dos anos. “Melhorou muito da minha época de menina pra cá, está mais organizado, é um local movimentado, sempre foi, é lucrativo, agradável para trabalhar, mas falta mais atenção para a manutenção, interesse em melhorar cada vez mais”, lembra Taís.

Seu Vicente (Lopes Freire,76), pai da Laís, se achegou para a conversa também. “Criei meus filhos aqui, sempre me trouxe alegria, trabalho, amigos, mas fico triste com alguns descasos da administração, como não fazer melhorias, não manter o espaço”, cobra Seu Vicente. Um dos amigos “de longas datas” do seu Vicente é o comerciante Francisco José Silva Moreira, 58, com quem divide o batente do Mercado desde o começo. “Não é fácil não, é acordar de madrugada, todos os dias, de domingo a domingo, mas a gente se acostuma e tomo gosto”, relata seu Francisco.

As miniaturas de objetos, além de piões, bilas, bilboquês, aviões e carrinhos de madeira na entrada de uma das lojas fizeram os meninos pararem. Lá, passaram quase 20 minutos, vendo tudo. Decidiram por três brinquedos: pião, carrinho e avião. R$ 5 cada. Não há uma loja apenas com produções para crianças. O que os encantou também foram as miniaturas ornamentais, como pilão e tábua de cortar carne.

Depois do lanche lá na banca da dona Maria de Jesus, exploramos um pouco as cores, os gostos, os cheiros, as texturas e as delícias das frutas, dos legumes, das verduras dos boxes e dos restaurantes. Lucas gostou de ver a diversidade das castanhas e curtiu a caramelizada. O Mercado São Sebastião é conhecido como importante Polo Gastronômico do Ceará. Para quem aprecia panelada, buchada, carneiro, sarapatel, mão de vaca, sarrabulho, língua de boi, ou mesmo um peixinho frito, pode encontrar por lá. São 32 restaurantes. Os mais conhecidos, talvez, por serem os mais antigos, são Cinco Estrelas, São Francisco, O Nem, Hosana, Ângela e Dona Lourdes. Falta espaço para quem quer sentar à mesa e apreciar tanta coisa gostosa! Cada prato adulto custa em média R$ 12. Se a fome apertar e o dinheiro sobrar, já dá pra almoçar por lá mesmo!


Há diversas lojas de frios, carnes e, claro, frutas “de toda espécie”, da estação e com bons preços, como caju, cajá, seriguela, graviola, que costumamos encontrar apenas como polpa no supermercado. Elegemos a pitaya como nossa fruta símbolo do Mercado. Gabriel e Lucas já conheciam a fruta, que o pai trazia do Mercado, quando eles eram mais novos. Ela tem gosto semelhante ao kiwi, bem doce, saborosa. A fruta tem uma aparência peculiar: a parte externa é avermelhada, bem grossa e escamosa. Por dentro, existem as espécies de polpa branca e vermelha, com sementinhas pretas bem pequenas, que lembram também as do kiwi. É indicada para aumentar a imunidade, reduzir o colesterol ruim e ajudar no bom funcionamento do intestino. Compramos algumas. O quilo da pitaya é R$ 20. Certamente, não é fruta para comer todos os dias.

Pelos boxes alimentícios, é legal incentivar as crianças a buscarem novos gostos. A sugestão é caminhar com elas pelos corredores e deixar que a curiosidade delas seja o guia. Certamente, elas mesmas vão sinalizar para algo que é novidade à visão, ao paladar, ao olfato, ao tato.

pitaya

Quando estávamos saindo, encontramos a espontaneidade e a esperteza do David Lucas, de 2 anos e 9 meses, da Beatriz, de 3 anos, e da Ana Júlia, de 5 anos. Eles estavam com a dona de casa Alexyara Santana, 26. Ela é a mãe do David e tia das meninas. “Eles adoram aqui, brincam soltos, correm atrás dos pombos, dançam com a música, fazem festa, é um ambiente amplo, tranquilo, agradável”, descreve Alexyara. “Eu gosto de brincar, de passear, de comer castanhas aqui”, diz Júlia.

Alexyara com o filho David, 2, e as sobrinhas Ana Jùlia, 5, e Beatriz, 3.

Dias depois da visita, Gabriel e eu relembramos pelas fotos o passeio ao Mercado e ele fez o desenho abaixo. Eu acho que, para ele, foram marcantes as rampas, o sol forte e os pombos. hehehe

Convidamos pais e mães que também curtem muito o Mercado com os filhos para nos contarem sobre suas experiências. Confere só que lindezas de depoimentos nos chegaram:

Delane Ratts, mãe do Vinícius de 2 anos.

Vinicius, e o papai, Márcio

"Sobe escada, desce rampa, corre entre frutas e verduras. O encantamento estava a cada passo, a cada descoberta. Ah! E quantas descobertas. Tudo era novidade e festa para o Vinicius. Sorrisos nos acompanhavam. Olhar o Vinicius descobrindo o Mercado São Sebastião é me reconhecer. Quantas lembranças, memórias de um passado não tão distante vêm encher o coração. Os espaços físicos não são mais os mesmos, mas lembro-me da alegria com que ia quando fazia a feira com meus familiares. Era a mesma alegria que vejo no meu filho ao caminhar por lá. Tudo chama atenção. O colorido das frutas e verduras traz para a realidade as cores que tanto os aparelhos eletrônicos tentam imitar. Além disso há o toque em folhas, raízes, sementes. É uma experiência sensorial real. O entusiasmo dele também era o meu e do pai dele, que apontava os locais onde o avô do Vinícius comprava mercadoria pro comércio da família. A água de coco é mais gostosa. A espera pela tapioca serve para observar o vai-vem de diversas pessoas e fazermos promessas que vamos voltar com mais frequência para reconhecer nossos espaços e nos resgatar para nossa essência."

Andrea Rocha, mãe do Arthur, 5 anos, e André, de 3 anos.

A mamãe Andrea, André, o papai Nilson e Arthur

"Levar nossos pequenos ao Mercado São Sebastião para fazer um passeio estético foi bem interessante. Foi uma manhã de sensações incríveis, sentir o cheiro das frutas e verduras bem frescas, ver o artesanato nas peças de barro, brinquedos de madeira. O armazém visto de uma forma rústica. O lugar favorito das crianças foi a loja de doces, ficaram maravilhados com tanta doçura. Compramos melzinho. Os meninos já conhecem o Mercado há algum tempo porque moram próximo. Desde bebês eles já frequentavam. Fazer uma visita sem somente ir fazer compras e despertar o olhar para outras coisas foi interessante. Inclusive, depois, eles ficaram perguntando: "mãe, e isso aqui foi construído antes ou depois, é velho ou é novo?". Despertou o lado deles para querer saber a história de verdade. Na manhã do passeio, ficamos pouco, chegamos já tarde, umas 11 horas. Ficamos incentivando os olhares, mostrando tudo pra eles. A princípio não gostaram muito porque é comum o lugar pra eles, mas depois deu uma despertada de interesse para saber a história do lugar."

É interessante contar para as crianças a história do Mercado São Sebastião. Já falamos aqui um pouco sobre essa história, com links que você pode explorar para saber mais. Aproveite!

Não se esqueça, se possível, de disponibilizar às crianças possibilidades de expressarem os olhares que elas tiveram, durante e depois do passeio, sobre os lugares visitados. Uma ideia é deixar que tirem fotos durante; desenhem e escrevam depois. Daí, você pode organizar com elas uma exposição na sala mesmo. Construam convites juntos, chamem avós, tios, amiguinhos para compartilharem o aprendizado das crianças, em um inesquecível lanche da tarde!

Minha impressão sobre a nossa ida ao Mercado

Acredito que a vida é essencialmente multissensorial e sociável, como sugere o título, quando não nos furtamos dela. E, em relação às crianças, quando não as excluímos das rotinas comunitárias, da história, da relação espontânea com o outro, com os grupos de que elas fazem parte, não apenas na família e na escola, mas sob vários na cidade onde vivem. Durante a infância, acredito nas inúmeras e variadas boas experiências para enriquecerem o repertório das crianças, bem além da educação formal. Conviver é aprendizado constante. Fiz questão de descrever as situações que vivemos para que, ao fazer este balanço, nos certificarmos da riqueza do conviver que praticamos. As crianças foram expostas à alegria, à tristeza, à frustração, à empatia, ao encantamento, a formas de lidar com desconhecidos, ao respeito, à história do espaço em que estiveram, ao pertencimento a ele, à construção das suas lembranças nele, além de serem estimuladas à curiosidade e à valorização do próprio olhar, das opiniões que formularam sobre a visita. Independente de ser o Mercado São Sebastião, acredito indispensável à formação delas, viver a cidade e a história do lugar em que estão inseridas.

Roteiro de Visita ao Mercado São Sebastião
Estrutura do Mercado São Sebastião

Mercado é dividido em 3 setores: A , B, C e Subsolo. Os setores A, B e C dispõem de pavimento superior. No subsolo, são comercializados frutas e verduras no atacado. No setor A térreo, são comercializadas frutas e verduras no varejo, há a área de frios e o pólo gastronômico, onde ficam os 32 restaurantes. No setor A superior, ficam as lojas que vendem confecções e muitas variedades de castanhas e outros produtos regionais.

No Setor B térreo, são vendidas carne suína, carne de aves, carne de gado, vísceras, além de frios, queijos e defumados. No Setor B Superior, também há castanhas e outros produtos regionais, mais artigos de plástico e artesanatos. No Setor C térreo, encontram-se as frutas, verduras, ovos, queijos, polpas e frios. Na parte superior do C, há também artesanato, confecções, utensílios domésticos, artesanatos e artigos de plásticos. Existem 2 rampas de acesso panorâmico e uma passarela que liga os Setores A e C Superior.

O Mercado é um equipamento da Prefeitura Municipal de Fortaleza, sob a gestão da Secretaria Regional do Centro e é, atualmente, administrado pela Associação do Comércio Atacadista e Varejista do Mercado São Sebastião de Fortaleza-CE (Amess), cujo presidente é Antônio da Silva Moura. A nova estrutura do Mercado é assinada por Fausto Nilo e foi inaugurada em 1997.

Fonte: Secretaria Regional do Centro.

Horário de Funcionamento
O Mercado São Sebastião funciona de segunda a sábado das 5h às 17 horas. Aos domingos, das 5h às 14 horas. Nos feriados, das 5h ao meio-dia.
No setor C, existe um caixa eletrônico que funciona 24 horas.

Estacionamento
Existe um estacionamento no subsolo e outro ao lado da Praça Paulo Pessoa, no Térreo. Os dois são internos à estrutura do Mercado. O valor por hora é R$ 4.

Rotas de ônibus
O Mercado São Sebastião fica bem acessível a ônibus que partam, principalmente, do terminal Antônio Bezerra. Como ele fica bem próximo à avenida Duque de Caxias, dá para chegar por rotas que também venham do terminal do Papicu. Quem vem de outros terminais e bairros próximos a eles, pode utilizar o sistema de integração e escolher os melhores caminhos entre partida e chegada. Assim também, claro, pode ocorrer com outros bairros nas adjacências do Mercado.

Lanches
Os lanches com as crianças podem ser feitos no próprio Mercado. Há dois quiosques com opções diversas e saudáveis na praça central do espaço. A média de preço é R$ 2 o suco e R$ 3 o salgado (tapioca, cuscuz, bolo). Além disso, existem as frutas com preços bem confortáveis! Basta lavar bem e pronto! É possível encontrar pias para lavar as mãos facilmente.

Banheiros
Existem seis banheiros coletivos, divididos pelos três setores. São espaçosos e limpos, mas não possuem boxes específicos para crianças nem fraldário.

Acessibilidade
As duas rampas panorâmicas atravessam todo o espaço, desde o subsolo até a passarela que conduz aos pisos superiores de cada setor. Quem vai com criança no carrinho ou cadeirantes consegue se locomover pelos espaços, ainda que precisem percorrer alguns metros a mais.

Dicas para melhor aproveitar com as crianças
Chegar cedo para explorar sem cansaços
É bacana chegar cedinho para aproveitar bem a disposição delas, para aventurar-se pelo espaço, para ouvir, conversar, interagir com as pessoas. À medida que a manhã vai avançando, o Mercado também vai ficando mais quente. Há também o sobe e desce de escadas e rampas, além das muitas informações sensoriais que ela vai receber. Isso tudo vai chamando um cansaço irresistível na família toda.

Contar a história do Mercado
Se quiser contar a história do lugar, nada de sentar e pedir que ela se concentre no que você vai dizer. Você pode ir soltando pequenas informações ao longo do percurso. Aproveite perguntas que ela fizer, curiosidades sobre os produtos e sobre a estrutura. Quase sempre, elas adoram as rampas. Pode ser uma boa para dizer que nem sempre o espaço foi daquela forma, modificou-se ao longo do tempo, já que existe há um tempão na nossa cidade. Planeje o que pode ser mais interessante, de acordo com a idade dela. No post anterior que fizemos sobre o Mercado, contamos um pouco dessa história.

Compartilhar memórias afetivas
As crianças adoram saber sobre as infâncias dos pais. Compartilhar um espaço de antes no agora é ainda mais legal. Se você também viveu o Mercado quando era criança, conte essas histórias aos filhos e descreva como tudo era antes.

Usar protetor solar
A praça central é um local agradável para correr e brincar com outras crianças. E elas adoram correr atrás dos pombos. Independente do horário, é bacana protegê-las para que elas possam aproveitar ainda mais e melhor

Beber muita água
Sempre ter a mão um garrafa d’água para ela se hidratar entre uma carreira e outra.

Levar uma lembrancinha
Se você puder, que tal reservar R$ 5 ou R$ 10 para que a própria criança possa escolher e levar do Mercado algo de que gostou muito? Compramos pros meninos carrinho e avião de madeira por R$ 5 cada. Se o que ela quer for mais caro que a cota, ensine-a a pechinchar ou explique que não há dinheiro suficiente. Dependendo da idade, há vários aprendizados. A lembrancinha pode ser uma boa maneira de ela repercutir o passeio entre familiares e amiguinhos, aprendendo mais a partir da percepção que teve, ou, simplesmente, ter algo concreto para ela lembrar do dia e do espaço.

Mais informações:
Associação do Comércio Atacadista e Varejista do Mercado São Sebastião de Fortaleza-CE (Amess).
Presidente: Antônio da Silva Moura.
Telefone: 3051 1651

Secretaria Regional do Centro (Prefeitura de Fortaleza)
Contato: (85) 3254-3427

Para saber mais sobre o Projeto Re-conhecendo Fortaleza e sobre nossa visita ao Mercado São Sebastião, assista ao vídeo abaixo:

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